Quem não faz...
Se o empate foi, até certo ponto um bom resultado, no segundo jogo foi à vez de acontecer o inverso. Já aos 10 min. do primeiro tempo, o Fluminense perdera com P.H e Bruno da pequena área duas chances reais de abrir o placar, foram 45 min. de sufoco no Astro que só se defendia, e, diga-se de passagem, heroicamente, os garotos demonstraram uma garra fantástica e se desdobraram para segurar os meninos do Flu.Veio então o segundo tempo, e o quadro foi o mesmo, o Flu chutou 16 bolas em gol e Bruno foi o nome do jogo, perdeu mais um. Ele a dois metros da linha do gol, e sem goleiro, depois dele, P.H e Tarcizio perderam mais dois, cara a cara com o goleiro, a defesa, aliás, o time inteiro do Astro, acuado passou a chutar para todo o lado (tipo “são João”) o Flu abusava de perder oportunidades, até que a velha máxima fez valer: no futebol, quem não faz... foi o que aconteceu em um destes chutões, a bola sobrou para um atacante do Astro que chutou fraco mas a bola resvalou em um companheiro e matou o goleiro Domingos, que a rigor só havia feito uma defesa no jogo inteiro.
Imediatamente o técnico colocou Felipe e soltou Jamaica pelo lado direito do campo, o Touro foi pra cima, mas seu ataque quem marcou 21 gols em 9 jogos hoje foi uma ineficácia incontestável. O técnico Ailton não entendeu como injusto o escore, segundo ele, os méritos são do Astro que em dois ataques que produziu venceu o jogo, estão de parabéns, foram valentes lutaram muito, aliás, quem foi a Fazenda do Menor viu dois bons jogos e no juvenil o Flu deu show de bola, mas pecou em um fundamento básico, aproveitamento, vamos trabalhar para o jogo de quarta, a gente aprende com as derrotas, mas a vida segue em frente.
Por: Rodrigo Santos
Correspondente da Base


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